<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<!-- generator="wordpress/1.5.1-alpha" -->
<rss version="2.0" 
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
>

<channel>
	<title>Language Bar</title>
	<link>http://languagebar.blogsome.com</link>
	<description></description>
	<pubDate>Sun, 04 May 2008 17:57:38 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=1.5.1-alpha</generator>
	<language>en</language>

		<item>
		<title>A Mais Bela Descrição da Linguagem</title>
		<link>http://languagebar.blogsome.com/2008/05/04/a-mais-bela-descricao-da-linguagem/</link>
		<comments>http://languagebar.blogsome.com/2008/05/04/a-mais-bela-descricao-da-linguagem/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 04 May 2008 17:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>César Gonzalez</dc:creator>
		
	<category>História da Lingüística</category>
		<guid>http://languagebar.blogsome.com/2008/05/04/a-mais-bela-descricao-da-linguagem/</guid>
		<description><![CDATA[<p>&nbsp;Estou lan&ccedil;ando aqui no Language Bar o concurso A Mais Bela Descri&ccedil;&atilde;o da Linguagem. E o meu candidato favorito até o momento é o estruturalista dinamarqu&ecirc;s Louis Hjelmslev. O primeiro parágrafo de Proleg&ocirc;menos a uma Teoria da Linguagem é a mais bela descri&ccedil;&atilde;o da linguagem que eu já li. Um pouco longo, mas pe&ccedil;o que [...]</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">&nbsp;</div><div align="justify">Estou lan&ccedil;ando aqui no Language Bar o concurso <em><font color="#cc0000">A Mais Bela Descri&ccedil;&atilde;o da Linguagem</font></em>. E o meu candidato favorito até o momento é o estruturalista dinamarqu&ecirc;s <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Louis_Hjelmslev" target="_blank" title="Wikipedia">Louis Hjelmslev</a>. O primeiro parágrafo de <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=743326&#038;sid=8927133421054516466667574&#038;k5=3550914F&#038;uid=" target="_blank" title="Livraria Cultura">Proleg&ocirc;menos a uma Teoria da Linguagem</a> é a mais bela descri&ccedil;&atilde;o da linguagem que eu já li. Um pouco longo, mas pe&ccedil;o que o leitor tenha paci&ecirc;ncia, pois vale a pena:&nbsp;</div><blockquote><div align="justify"><font color="#cc0000">A linguagem - a fala humana - é uma inesgotável riqueza de múltiplos valores. A linguagem é inseparável do homem e segue-o em todos os seus atos. A linguagem é o instrumento gra&ccedil;as ao qual o homem modela seu pensamento, seus sentimentos, suas emo&ccedil;&otilde;es, seus esfor&ccedil;os, sua vontade e seus atos, o instrumento gra&ccedil;as ao qual ele influencia e é influenciado, a base última e mais profunda da sociedade humana. Mas é também o recurso último e indispensável do homem, seu refúgio nas horas solitárias em que o espírito luta com a exist&ecirc;ncia, e quando o conflito se resolve no monólogo do poeta e na medita&ccedil;&atilde;o do pensador. Antes mesmo do primeiro despertar de nossa consci&ecirc;ncia, as palavras já ressoavem &agrave; nossa volta, prontas para envolver os primeiros germes frágeis de nosso pensamento e a nos acompanhar inseparavelmente através da vida, desde as mais humildes ocupa&ccedil;&otilde;es da vida quotidiana aos momentos mais sublimes e mais íntimos dos quais a vida de todos os dia retira, gra&ccedil;as &agrave;s lembran&ccedil;as encarnadas pela linguagem, for&ccedil;a e calor. A linguagem n&atilde;o é um simples acompanhante, mas sim um fio profundamente tecido na trama do pensamento; para o indivíduo, ela é o tesouro da memória e a consci&ecirc;ncia vigilante transmitida de pai para filho. Para o bem e para o mal, a fala é a marca da pesonalidade, da terra natal e da na&ccedil;&atilde;o, o título de nobreza da humanidade. O desenvolvimento da linguagem está t&atilde;o inextrincavelmente ligado ao da personalidade de cada indivíduo, da terra natal, da na&ccedil;&atilde;o, da humanidade, da própria vida, que é possível indagar-se se ela n&atilde;o passa de um simples reflexo ou se ela n&atilde;o <em>é</em> tudo isso: a própria fonte do desenvolvimento dessas coisas (p. 1-2).</font></div></blockquote><div align="justify">Estou lan&ccedil;ando o desafio: se conheces uma descri&ccedil;&atilde;o t&atilde;o bonita quanto essa (ou ainda mais bonita que essa), por favor, entre em contato!<br /></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://languagebar.blogsome.com/2008/05/04/a-mais-bela-descricao-da-linguagem/feed/</wfw:commentRss>
	</item>
		<item>
		<title>Descartes e a Linguagem</title>
		<link>http://languagebar.blogsome.com/2008/05/02/descartes-e-a-linguagem/</link>
		<comments>http://languagebar.blogsome.com/2008/05/02/descartes-e-a-linguagem/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 20:05:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>César Gonzalez</dc:creator>
		
	<category>História da Lingüística</category>
	<category>Filosofia da Linguagem</category>
	<category>Línguas</category>
		<guid>http://languagebar.blogsome.com/2008/05/02/descartes-e-a-linguagem/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Leitura interessante é a do Discurso Sobre o Método de Descartes. Além de toda uma teoriza&ccedil;&atilde;o preocupada com a busca da verdade, e que lan&ccedil;a as bases de uma filosofia da ci&ecirc;ncia, o pensador franc&ecirc;s também discute linguagem.Para ele, a linguagem é uma das características da alma humana que n&atilde;o pode ser reconhecida na natureza. [...]</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><p align="justify">Leitura interessante é a do <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=1722651&amp;sid=8927132891051473742277932&amp;k5=9482C38&amp;uid=" target="_blank" title="Livraria Cultura">Discurso Sobre o Método</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Descartes" target="_blank" title="Wikipedia">Descartes</a>. Além de toda uma teoriza&ccedil;&atilde;o preocupada com a busca da verdade, e que lan&ccedil;a as bases de uma filosofia da ci&ecirc;ncia, o pensador franc&ecirc;s também discute linguagem.</p><p align="justify">Para ele, a linguagem é uma das características da alma humana que n&atilde;o pode ser reconhecida na natureza. Ela é um dos tra&ccedil;os que diferenciam humanos e animais. Animais, por mais que possam imitar palavras, n&atilde;o podem colocá-las em ordem como que representando por palavras aquilo que pensam:</p><div align="justify"><blockquote><p><font color="#009900">as p&ecirc;gas e os papagaios podem proferir palavras como nós, mas n&atilde;o podem falar como nós, isto é, demonstrando que pensam o que dizem (p. 71).&nbsp;</font></p></blockquote></div><p align="justify">Descartes ainda afirma que, se houvessem máquinas semelhantes a humanos, elas ainda assim n&atilde;o seriam capazes de nos enganar e haveriam, pelo menos, dois meios de as identificar como máquinas, um deles a linguagem:</p><div align="justify"><blockquote><p><font color="#009900">O primeiro meio [de se diferenciar uma máquina de um humano] reside no fato de que jamais poderiam empregar palavras ou outros sinais, compondo-os como nós o fazemos, para transmitir aos outros os nossos pensamentos (p. 69).</font><br /></p></blockquote></div><p align="justify">A diferen&ccedil;a reside no fato de humanos possuírem uma alma racional - <em>penso, logo existo</em> - cuja existencia é fruto de desígnio divino. Deus, em sua magn&acirc;nima perfei&ccedil;&atilde;o, concedeu ao homem a raz&atilde;o, o meio pelo qual atingir a verdade. E gra&ccedil;as &agrave; raz&atilde;o possuímos a linguagem, que o filósofo reconhece, também, nos surdos-mudos, algo que se soma &agrave;s diferen&ccedil;as entre homens e animais:</p><div align="justify"><blockquote><p><font color="#009900">homens que, tendo nascido surdos-mudos, s&atilde;o providos dos órg&atilde;os de que os outros se servem para falar, tanto ou mais do que os animais, costumam inventar por si mesmos alguns sinais pelos quais se fazem entender pelos que, estando habitualmente em sua companhia, t&ecirc;m a oportunidade de lhes aprender a língua (p. 71).&nbsp;</font></p></blockquote><p>Por fim, já na penúltima página de seu <em>Discurso</em>, Descartes comenta o fato de escrever em franc&ecirc;s (e n&atilde;o em latim, como era usual na época, séc. XVII [1637]). Diz ele, alfinetando os &quot;basti&otilde;es do bem falar e bem escrever&quot; da início da idade moderna:</p><blockquote><p><font color="#009900">Escrevo em franc&ecirc;s, que é a língua do meu país, de prefer&ecirc;ncia ao latim, que é a dos meus preceptores. Espero que os que se servem exclusivamente de sua raz&atilde;o natural poder&atilde;o assim julgar melhor as minhas opini&otilde;es do que os que só acreditam nos livros antigos. Quanto aos que unem o bom senso ao estudo, os únicos que desejo ter como juízes, estou certo de que n&atilde;o ser&atilde;o t&atilde;o apaixonados pelo latim que recusem ouvir minhas raz&otilde;es só porque as explico em língua vulgar (p. 93).&nbsp;</font></p></blockquote><p>&nbsp;</p><p>DESCARTES, Réné (1637). <em>Discurso sobre o método</em>. S&atilde;o Paulo: Atena, 1960.<br /></p></div></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://languagebar.blogsome.com/2008/05/02/descartes-e-a-linguagem/feed/</wfw:commentRss>
	</item>
		<item>
		<title>C#NS##NT#S²: # R#T#RN#</title>
		<link>http://languagebar.blogsome.com/2008/05/01/p101/</link>
		<comments>http://languagebar.blogsome.com/2008/05/01/p101/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 17:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>César Gonzalez</dc:creator>
		
	<category>Fonologia</category>
	<category>Léxico</category>
		<guid>http://languagebar.blogsome.com/2008/05/01/p101/</guid>
		<description><![CDATA[<p>&nbsp;Pouco depois da publica&ccedil;&atilde;o de C#NS##NT#S, abri, para meu prazer, Language do Bloomfield, e lá, no capítulo um, encontrei um outro argumento para imaginar que consoantes est&atilde;o realmente mais ligadas ao significado de uma palavra do que a sua ordem gramatical. Ao explicar Etimologia e os estudos do Indo-Europeu, Bloomfield lista a palavra m&atilde;e em [...]</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">&nbsp;</div><div align="justify">Pouco depois da publica&ccedil;&atilde;o de <a title="Language Bar" target="_blank" href="http://languagebar.blogsome.com/2007/07/03/cnsnts/">C#NS##NT#S</a>, abri, para meu prazer, Language do <a title="Wikipedia" target="_blank" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Leonard_Bloomfield">Bloomfield</a>, e lá, no capítulo um, encontrei um outro argumento para imaginar que consoantes est&atilde;o realmente mais ligadas ao significado de uma palavra do que a sua ordem gramatical. Ao explicar Etimologia e os estudos do Indo-Europeu, Bloomfield lista a palavra <em>m&atilde;e</em> em várias línguas, desde o ingl&ecirc;s (<em>mother</em>) até o eslávico (<em>mati</em>) (passando pelo antigo arm&ecirc;nio, <em>mair</em>, latim, <em>mater</em> etc.). Ora, há em todas essas palavras pelo menos uma consoante id&ecirc;ntica {m}, e todas essas linguas s&atilde;o relacionadas, todas parentes, algumas mais distantes, outras mais próximas, todas do ramo Indo-Europeu. Podemos pensar que, talvez, essas consoantes tenham algo a dizer a respeito do significado e parentesco dessas palavras.</div><div align="justify">&nbsp;</div><div align="justify">Discutindo com nosso colega de Language Bar, Emanuel, a rela&ccedil;&atilde;o das vogais com a gramática ficou mais clara. Para entender basta pesar o sistema verbal irregular do ingl&ecirc;s: <em>to meet - met - met</em>, ou <em>to read - read - read</em>, por exemplo. A grande diferen&ccedil;a entre o infinitivo e as formas do passado e particípio dos verbos está na qualidade da vogal dessas palavras. É esse o tipo de informa&ccedil;&atilde;o gramátical que está contida nas vogais. Talvez tenhamos várias consoantes por causa de um amplo léxico, e menos vogais por causa do menor número de regras gramaticais - n&atilde;o é mesmo, Manu?</div><div align="justify">&nbsp;</div><div align="justify">Continuo pensando consoantes, e convidando pessoas a me desafiar com perguntas e dados!&nbsp;</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://languagebar.blogsome.com/2008/05/01/p101/feed/</wfw:commentRss>
	</item>
		<item>
		<title>Sobre Blogs, Linguagem e Futebol</title>
		<link>http://languagebar.blogsome.com/2008/04/29/sobre-blogs-linguagem-e-futebol/</link>
		<comments>http://languagebar.blogsome.com/2008/04/29/sobre-blogs-linguagem-e-futebol/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 17:56:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>César Gonzalez</dc:creator>
		
	<category>Academia</category>
		<guid>http://languagebar.blogsome.com/2008/04/29/sobre-blogs-linguagem-e-futebol/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Por que as pessoas mant&ecirc;m blogs? Ainda mais intrigante, por que um blog sobre linguagem e ling&uuml;ística e assuntos afins? Por que n&atilde;o discutir futebol, já que estamos no país do futebol&#8230;Acho que as respostas que podemos obter, o diálogo que queremos criar, pode ser umas das raz&otilde;es. Ci&ecirc;ncia n&atilde;o deveria ser uma coisa obscura, [...]</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div align="justify">Por que as pessoas mant&ecirc;m blogs? Ainda mais intrigante, por que um blog sobre linguagem e ling&uuml;ística e assuntos afins? Por que n&atilde;o discutir futebol, já que estamos no país do futebol&#8230;</div><p align="justify">Acho que as respostas que podemos obter, o diálogo que queremos criar, pode ser umas das raz&otilde;es. Ci&ecirc;ncia n&atilde;o deveria ser uma coisa obscura, circusncrita aos círculos acad&ecirc;micos, onde poucos iniciados ganham acesso ao conhecimento. Pessoas deveriam poder entender que coisas que se pesquisam em universidades t&ecirc;m também valor no &quot;mundo real&quot;, e acho que nosso blog, de quase dois anos, faz parte disso. Faz parte do mostrar ao mundo uma das faces da discuss&atilde;o a respeito da linguagem.</p><p align="justify">Acho que <a title="Steven Pinker" target="_blank" href="http://pinker.wjh.harvard.edu/">Pinker</a> concorda comigo, se n&atilde;o fosse assim, ele talvez nunca tivesse escrito um livro como <a title="Livraria Cultura" target="_blank" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=627423&amp;sid=4354481171033135380233581&amp;k5=102631FA&amp;uid="><em>O Instinto da Linguagem</em></a>, em que coloca ao alcance de qualquer leitor várias teorias para a linguagem.<br /></p><p align="justify">Outras raz&otilde;es já s&atilde;o bem mais egoc&ecirc;ntricas, mas igualmente válidas. Mark Perry pergunta: <a href="http://mjperry.blogspot.com/2008/04/can-blogging-make-you-smarter-happier.html" target="_blank" title="Can blogging make you smarter, happier, and more productive?"><em>Can Blogging Make You Smarter, Happier, and More Productive?</em></a> (agrade&ccedil;o muito ao Mr. Baldusco pela refer&ecirc;ncia) E eu concordo com ele, Blogging pode, sim, provocar mais debate e, como conseq&uuml;&ecirc;ncia, mais conhecimento, e alegria, e produ&ccedil;&atilde;o&#8230;</p><p align="justify">Por que linguagem e n&atilde;o futebol? Bom&#8230; futebol que me perdoe, mas eu prefiro a linguagem (e o que seria do futebol sem ela, sem podermos xingar a m&atilde;e do juiz, reclamar do presidente do clube, chamar o técnico de burro etc.).<br /></p></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://languagebar.blogsome.com/2008/04/29/sobre-blogs-linguagem-e-futebol/feed/</wfw:commentRss>
	</item>
		<item>
		<title>The World Atlas of Language Structures</title>
		<link>http://languagebar.blogsome.com/2008/04/22/the-world-atlas-of-language-structures/</link>
		<comments>http://languagebar.blogsome.com/2008/04/22/the-world-atlas-of-language-structures/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 02:23:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souza de Quadros</dc:creator>
		
	<category>Morfologia</category>
	<category>Fonologia</category>
	<category>Sintaxe</category>
	<category>Links</category>
	<category>Léxico</category>
	<category>Semântica</category>
	<category>Línguas</category>
	<category>Fonética</category>
		<guid>http://languagebar.blogsome.com/2008/04/22/the-world-atlas-of-language-structures/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Ontem foi o lan&ccedil;amento oficial da vers&atilde;o online do WALS (The World Atlas of Language Structures). Est&atilde;o disponíveis no site todos os dados e textos analíticos do atlas publicado pela Oxford University Press, que custa míseros 1.433 reais e 70 centavos na Livraria Cultura (quer comprar?). Pois é, disponíveis online, de gra&ccedil;a!  De acordo [...]</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem foi o <a href="http://blog.wals.info/wals-online-official-release" title="lançamento oficial">lan&ccedil;amento oficial</a> da vers&atilde;o online do <a href="http://wals.info/" title="WALS">WALS</a> (The World Atlas of Language Structures). Est&atilde;o disponíveis no site todos os dados e textos analíticos do atlas publicado pela <a href="http://www.oup.com/uk/catalogue/?ci=9780199255917" title="Oxford University Press">Oxford University Press</a>, que custa míseros 1.433 reais e 70 centavos na Livraria Cultura (<a target="_self" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=4016&amp;tipo=2&amp;isbn=0199255911 ">quer comprar?</a>). Pois é, disponíveis online, de gra&ccedil;a!<br /> <br /> De acordo com o site, o atlas possui dados de mais de 2500 línguas. As pesquisas podem ser feitas por característica estrutural, por língua, por refer&ecirc;ncia ou por autor. Como exemplo, podemos ver o <a href="http://wals.info/feature/10?tg_format=map&amp;v1=cd00&amp;v2=cfff" title="mapa">mapa</a> da distribui&ccedil;&atilde;o de línguas que possuem contraste entre vogais nasais, em oposi&ccedil;&atilde;o &agrave;s que n&atilde;o possuem. Para ver o nome da língua e as fontes de onde as informa&ccedil;&otilde;es foram retiradas, basta clicar no símbolo relevante no mapa. Cada característica estrutural é também acompanhada por um texto que traz as defini&ccedil;&otilde;es e distin&ccedil;&otilde;es necessárias.<br /> <br /> Fun!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://languagebar.blogsome.com/2008/04/22/the-world-atlas-of-language-structures/feed/</wfw:commentRss>
	</item>
		<item>
		<title>ReVEL, Vol. 6 - Número 10</title>
		<link>http://languagebar.blogsome.com/2008/03/05/revel-vol-6-numero-10/</link>
		<comments>http://languagebar.blogsome.com/2008/03/05/revel-vol-6-numero-10/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2008 14:28:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souza de Quadros</dc:creator>
		
	<category>Sintaxe</category>
	<category>Psicolingüística</category>
		<guid>http://languagebar.blogsome.com/2008/03/05/revel-vol-6-numero-10/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Saiu ontem a nova edi&ccedil;&atilde;o da Revista Virtual de Estudos da Linguagem - ReVEL. Esse número tem como tema Sintaxe Formal e traz, além de artigos e resenhas, tr&ecirc;s entrevistas bastante interessantes: Jairo Nunes falando sobre o Programa Minimalista, Jane Grimshaw falando sobre a Sintaxe na Teoria da Otimidade e Carlos Prolo falando sobre Tree-Adjoining [...]</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu ontem a nova edi&ccedil;&atilde;o da <a target="_blank" href="http://www.revel.inf.br/">Revista Virtual de Estudos da Linguagem - ReVE</a>L. Esse número tem como tema Sintaxe Formal e traz, além de artigos e resenhas, tr&ecirc;s entrevistas bastante interessantes: Jairo Nunes falando sobre o Programa Minimalista, Jane Grimshaw falando sobre a Sintaxe na Teoria da Otimidade e Carlos Prolo falando sobre Tree-Adjoining Grammars.</p><p>O tema da próxima edi&ccedil;&atilde;o será Psicoling&uuml;ística. O período de submiss&atilde;o de trabalhos vai até dia 5 de junho de 2008.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://languagebar.blogsome.com/2008/03/05/revel-vol-6-numero-10/feed/</wfw:commentRss>
	</item>
		<item>
		<title>Tapiocagate</title>
		<link>http://languagebar.blogsome.com/2008/02/12/tapiocagate/</link>
		<comments>http://languagebar.blogsome.com/2008/02/12/tapiocagate/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 14:37:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souza de Quadros</dc:creator>
		
	<category>Morfologia</category>
	<category>Léxico</category>
		<guid>http://languagebar.blogsome.com/2008/02/12/tapiocagate/</guid>
		<description><![CDATA[<p>É essa a sugest&atilde;o de Marcos Rocha para nomear o esc&acirc;ndalo dos cart&otilde;es de crédito corporativos, seguindo o padr&atilde;o de forma&ccedil;&atilde;o X-gate. A única outra ocorr&ecirc;ncia de tapiocagate que encontrei foi esta, em um post datado de 12/02/08 no Blog do Harry.         Se me perguntarem como é [...]</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><p>É essa a sugest&atilde;o de <a href="http://planogeral-marcosrocha.blogspot.com/2008/02/mais-um-neologismo-e-uma-contribuio.html" target="_blank">Marcos Rocha</a> para nomear o esc&acirc;ndalo dos cart&otilde;es de crédito corporativos, seguindo o padr&atilde;o de forma&ccedil;&atilde;o <a href="http://languagebar.blogsome.com/2006/07/04/x-gate/" target="_self">X-gate</a>. A única outra ocorr&ecirc;ncia de <em>tapiocagate</em> que encontrei foi esta, em um post datado de 12/02/08 no <a target="_blank" href="http://www.webrun.com.br/corridasderua/index.php?destinocomum=noticia_mostra&amp;id_noticias=7633&amp;id_eventos=">Blog do Harry</a>. <br />     </p> <p> </p> <blockquote><font></font><font>Se me perguntarem como é o gosto da tal tapioca, digo que n&atilde;o sei. Acho que nunca comi uma, embora aquela apar&ecirc;ncia seja muito bonita. Se o recheio for bom, porque devem ter os bons e os ruins, com certeza pagaria os R$8,30 que o Ministro do Esporte, Orlando Silva, desembolsou naquele que logo mais ganhará a alcunha de &quot;Tapiocagate&quot;</font></blockquote><font> </font><font> </font><font></font><font> </font><font> N&atilde;o sei se Harry Thomas Jr. andou lendo o blog do Marcos Rocha, cuja sugest&atilde;o de tapiocagate foi publicada no dia 11/02. Eu apostaria em cunhagens paralelas do termo; vai saber.<br />   <br />    Sobre a origem do sugerido nome do esc&acirc;ndalo, segue abaixo apenas uma parte dos gastos do atual ministro do esporte, Orlando Silva, com seu cart&atilde;o corporativo, de acordo com o <a href="http://www.transparencia.gov.br/" target="_blank">Portal da Transpar&ecirc;ncia</a>. Em destaque, o registro de um pagamento de R$ 8,30 &agrave; tapiocaria Maria Bonita. <br /><br />  <img width="771" height="580" border="0" align="middle" src="http://i83.photobucket.com/albums/j296/languagebar/mq/tapioca.png" style="width: 771px; height: 580px;" /></font><p><font></font><font>&nbsp;</font></p><font></font><font> </font><font></font><font></font><font><font /></font></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://languagebar.blogsome.com/2008/02/12/tapiocagate/feed/</wfw:commentRss>
	</item>
		<item>
		<title>Como ser um cientista maduro</title>
		<link>http://languagebar.blogsome.com/2008/02/06/como-ser-um-cientista-maduro/</link>
		<comments>http://languagebar.blogsome.com/2008/02/06/como-ser-um-cientista-maduro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 00:07:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souza de Quadros</dc:creator>
		
	<category>Academia</category>
		<guid>http://languagebar.blogsome.com/2008/02/06/como-ser-um-cientista-maduro/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Vale a pena dar uma olhada nesse post do blog de Janet D. Stemwedel. Trata-se do primeiro de uma série de textos sobre &quot;o projeto de ser um cientista maduro&quot;; um tema delicado que, em geral, n&atilde;o é abordado na universidade, embora seja de grande import&acirc;ncia para qualquer estudante, inclusive os de Ling&uuml;ística, é claro.</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vale a pena dar uma olhada <a href="http://scienceblogs.com/ethicsandscience/2008/02/the_project_of_being_a_grownup.php" target="_blank">nesse post</a> do blog de Janet D. Stemwedel. Trata-se do primeiro de uma série de textos sobre &quot;o projeto de ser um cientista maduro&quot;; um tema delicado que, em geral, n&atilde;o é abordado na universidade, embora seja de grande import&acirc;ncia para qualquer estudante, inclusive os de Ling&uuml;ística, é claro.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://languagebar.blogsome.com/2008/02/06/como-ser-um-cientista-maduro/feed/</wfw:commentRss>
	</item>
		<item>
		<title>*Quake your body</title>
		<link>http://languagebar.blogsome.com/2008/01/31/quake-your-body/</link>
		<comments>http://languagebar.blogsome.com/2008/01/31/quake-your-body/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 02:44:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souza de Quadros</dc:creator>
		
	<category>Sintaxe</category>
	<category>Aquisição da Linguagem</category>
	<category>Semântica</category>
		<guid>http://languagebar.blogsome.com/2008/01/31/quake-your-body/</guid>
		<description><![CDATA[<pre><code>                     Geoffrey K. Pullum tem um post interessante no &amp;lt;a title="Language Log" target="_blank" href="http://itre.cis.upenn.edu/%7Emyl/languagelog/archives/005354.html"&amp;gt;Language Log&amp;lt;/a&amp;gt; sobre a idéia que muitos n&amp;amp;atilde;o-ling&amp;amp;uuml;istas fazem da rela&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o entre sintaxe e sem&amp;amp;acirc;ntica; ou melhor, de [...]
</code></pre>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<pre><code>                         Geoffrey K. Pullum tem um post interessante no &lt;a title="Language Log" target="_blank" href="http://itre.cis.upenn.edu/%7Emyl/languagelog/archives/005354.html"&gt;Language Log&lt;/a&gt; sobre a idéia que muitos n&amp;atilde;o-ling&amp;uuml;istas fazem da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre sintaxe e sem&amp;acirc;ntica; ou melhor, de como aquela seria completamente derivável desta. De acordo com essa vis&amp;atilde;o, o modo como se disp&amp;otilde;e uma palavra qualquer em uma senten&amp;ccedil;a segue-se diretamente do significado dessa palavra. Isso implicaria n&amp;atilde;o haver nada de n&amp;atilde;o-trivial para ser dito sobre fatos sintáticos: eles seriam, pura e simplesmente, reflexo da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sem&amp;acirc;ntica da senten&amp;ccedil;a.&lt;br /&gt;  &lt;span class="posted"&gt;&lt;br /&gt; Um exame de qualquer língua natural revela muitos contra-exemplos a essa idéia. Um dos que Pullum aponta é a diferen&amp;ccedil;a de transitividade entre &lt;em&gt;to quake &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;to shake&lt;/em&gt;, do ingl&amp;ecirc;s. Ambas as palavras t&amp;ecirc;m basicamente o mesmo significado e podem ser traduzidas para o portugu&amp;ecirc;s como &lt;em&gt;tremer&lt;/em&gt;. No entanto, &lt;em&gt;to shake &lt;/em&gt;é transitivo, mas &lt;em&gt;to&lt;/em&gt; &lt;em&gt;quake&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; n&amp;atilde;o. Por exemplo, se traduzíssemos a frase &lt;em&gt;o temporal tremeu o mar&lt;/em&gt; para o ingl&amp;ecirc;s, poderíamos dizer &lt;em&gt;the storm shook the sea&lt;/em&gt;, mas nunca &lt;em&gt;*the storm quaked the sea&lt;/em&gt;, embora n&amp;atilde;o seja evidente por que o significado de &lt;em&gt;quake &lt;/em&gt;impediria tal uso.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  Exemplos desse tipo s&amp;atilde;o bons para que alguém se conven&amp;ccedil;a de que Sintaxe e Sem&amp;acirc;ntica constituem duas subdisciplinas distintas e relativamente independentes dentro da Ling&amp;uuml;ística. É evidente que isso n&amp;atilde;o quer dizer que n&amp;atilde;o haja intersec&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre elas, quer dizer apenas que há fatos puramente sintáticos e fatos puramente sem&amp;acirc;nticos. Na prática, qualquer estudo aprofundado da sintaxe de uma língua deve fazer refer&amp;ecirc;ncia a fatos de natureza sem&amp;acirc;ntica, assim como um estudo aprofundado da sem&amp;acirc;ntica de uma língua deve fazer refer&amp;ecirc;ncia a fatos de natureza sintática.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  Deixando de lado a divis&amp;atilde;o de tarefas entre as áreas da Ling&amp;uuml;ística, podemos ver uma implica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessa discuss&amp;atilde;o para a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da linguagem: um aprendiz deve saber que certos tipos de evid&amp;ecirc;ncias n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o determinantes das propriedades sintáticas de um item lexical. Imaginemos, por exemplo, uma crian&amp;ccedil;a na tarefa de aprender os verbos &lt;em&gt;shake &lt;/em&gt;e&lt;em&gt; quake&lt;/em&gt; com suas respectivas val&amp;ecirc;ncias. Se ela pensasse como um adulto n&amp;atilde;o-ling&amp;uuml;ista, nada a impediria de considerar &lt;em&gt;quake&lt;/em&gt; como um verbo transitivo, afinal isso é semanticamente possível: ela pode fazer seus brinquedos tremerem e pode usar &lt;em&gt;shake&lt;/em&gt;, de mesmo significado, para descrever a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, transitivamente. O fato de os adultos a sua volta n&amp;atilde;o utilizarem &lt;em&gt;quake&lt;/em&gt; como transitivo pouco importa - eles também n&amp;atilde;o dizem que n&amp;atilde;o se pode fazer isso.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Já uma crian&amp;ccedil;a com uma teoria mais restritiva da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre sintaxe e sem&amp;acirc;ntica, n&amp;atilde;o se deixaria levar pela semelhan&amp;ccedil;a de significado entre os dois verbos. Ela saberia que a diferen&amp;ccedil;a de transitividade entre eles deve ser resolvida por meio de uma simples evid&amp;ecirc;ncia distribucional: na fala do adulto, &lt;em&gt;shake &lt;/em&gt;coocorre com um objeto direto, e &lt;em&gt;quake&lt;/em&gt; n&amp;atilde;o, embora ambos tenham significados muito semelhantes. As crian&amp;ccedil;as reais parecem ser mais próximas desta última.
</code></pre>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://languagebar.blogsome.com/2008/01/31/quake-your-body/feed/</wfw:commentRss>
	</item>
		<item>
		<title>Arbitrariedades and all that</title>
		<link>http://languagebar.blogsome.com/2008/01/18/arbitrariedades-and-all-that/</link>
		<comments>http://languagebar.blogsome.com/2008/01/18/arbitrariedades-and-all-that/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 13:11:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souza de Quadros</dc:creator>
		
	<category>Ensino</category>
	<category>Política Lingüística</category>
		<guid>http://languagebar.blogsome.com/2008/01/18/arbitrariedades-and-all-that/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Do baú de notícias velhas, um texto publicado na Slate sobre o best-seller do jornalista Harry Mount sobre a língua latina. No texto, Emily Wilson chama aten&ccedil;&atilde;o para o título da edi&ccedil;&atilde;o norte-americana da obra: Carpe Diem: Put a little Latin in your life. No original brit&acirc;nico, o título é Amos, Amas, Amat &#8230; and [...]</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do baú de notícias velhas, um <a target="_blank" href="http://www.slate.com/id/2180061/" title="resenha">texto</a> publicado na Slate sobre o best-seller do jornalista Harry Mount sobre a língua latina. No texto, Emily Wilson chama aten&ccedil;&atilde;o para o título da edi&ccedil;&atilde;o norte-americana da obra: <em>Carpe Diem: Put a little Latin in your life</em>. No original brit&acirc;nico, o título é <em>Amos, Amas, Amat &#8230; and All That</em>. De acordo com ela, a mudan&ccedil;a reflete algo sobre a posi&ccedil;&atilde;o do latim nas culturas norte-americana e brit&acirc;nica. Nesta, esperar-se-ia que pessoas razoavelmente educadas reconhecessem o paradigma latino, ao passo que, naquela, n&atilde;o se esperaria que muitos o fizessem.<br />  <br />  Aqui a mudan&ccedil;a teria que ser mais drástica. Numa eventual tradu&ccedil;&atilde;o do livro para o mercado brasileiro, a express&atilde;o <em>Carpe Diem</em> seria barrada pelo <a target="_blank" href="http://languagebar.blogsome.com/2007/12/22/nao-e-para-qualquer-um/" title="censor oficial da Língua Portuguesa">censor oficial da Língua Portuguesa</a>. Tudo para nos defender da invas&atilde;o imperialista da cultura romana. Também para lembrar seus eleitores de que eles n&atilde;o t&ecirc;m a menor compet&ecirc;ncia para entender alguma dessas express&otilde;es estrangeiras que tanto <a target="_blank" href="http://gazetaweb.globo.com/gazeta/Frame.php?f=Materia.php&amp;c=120734&amp;e=2863" title="">&quot;dificultam a comunica&ccedil;&atilde;o do povo brasileiro&quot;</a> (Gazetaweb.com - Gazeta de Alagoas, 23/12/2007).<br />  <br />  &#8212;<br />  <br />  Compare pre&ccedil;os de <em><a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&amp;lkout=1&amp;kw=carpe+diem+harry+mount&amp;site_origem=902119" target="_blank" title="Carpe Diem: Put a little Latin in your life">Carpe Diem: Put a little Latin in your life</a></em>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://languagebar.blogsome.com/2008/01/18/arbitrariedades-and-all-that/feed/</wfw:commentRss>
	</item>
	</channel>
</rss>
