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	<title>Comments on: Chomsky, Ziraldo e a aquisi&#231;&#227;o da linguagem</title>
	<link>http://languagebar.blogsome.com/2007/01/14/chomsky-ziraldo-e-a-aquisio-da-linguagem/</link>
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	<pubDate>Mon, 12 May 2008 08:17:46 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>by: Tiago</title>
		<link>http://languagebar.blogsome.com/2007/01/14/chomsky-ziraldo-e-a-aquisio-da-linguagem/#comment-143</link>
		<pubDate>Sat, 03 Feb 2007 04:49:53 +0000</pubDate>
		<guid>http://languagebar.blogsome.com/2007/01/14/chomsky-ziraldo-e-a-aquisio-da-linguagem/#comment-143</guid>
					<description>Bah!</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Bah!</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>by: Emanuel Quadros</title>
		<link>http://languagebar.blogsome.com/2007/01/14/chomsky-ziraldo-e-a-aquisio-da-linguagem/#comment-136</link>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2007 16:50:24 +0000</pubDate>
		<guid>http://languagebar.blogsome.com/2007/01/14/chomsky-ziraldo-e-a-aquisio-da-linguagem/#comment-136</guid>
					<description>Oi, Ricardo, obrigado pela visita.
Imagino que no espaço limitado de uma coluna de jornal seja mesmo difícil eliminar todas as lacunas na apresentação de uma idéia. Imaginei também que houvesse ressalvas e que tua concepção de ensino fosse mais sofisticada do que a que foi possível demonstrar na coluna.
Parece que lidamos com dois extremos: um ensino de língua materna totalmente voltado para a gramática tradicional, que tem fracassado ano após ano - não só no Brasil -, e um ensino de português completamente &quot;agramatical&quot;, que também consideramos indesejável. A alternativa que tu apresenta em teu comentário é bem mais interessante.
Acredito ser mesmo mais eficiente iniciar o ensino explícito de gramática tradicional somente a partir de uma certa idade, quando o aluno encontrar-se mais seguro. Essa segurança se ganha no contato com a língua padrão oral e escrita e no seu exercício, de forma dirigida pela intervenção inteligente do professor.
Obrigado pelas clarificações.
Abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Oi, Ricardo, obrigado pela visita.<br />
Imagino que no espaço limitado de uma coluna de jornal seja mesmo difícil eliminar todas as lacunas na apresentação de uma idéia. Imaginei também que houvesse ressalvas e que tua concepção de ensino fosse mais sofisticada do que a que foi possível demonstrar na coluna.<br />
Parece que lidamos com dois extremos: um ensino de língua materna totalmente voltado para a gramática tradicional, que tem fracassado ano após ano - não só no Brasil -, e um ensino de português completamente &#8220;agramatical&#8221;, que também consideramos indesejável. A alternativa que tu apresenta em teu comentário é bem mais interessante.<br />
Acredito ser mesmo mais eficiente iniciar o ensino explícito de gramática tradicional somente a partir de uma certa idade, quando o aluno encontrar-se mais seguro. Essa segurança se ganha no contato com a língua padrão oral e escrita e no seu exercício, de forma dirigida pela intervenção inteligente do professor.<br />
Obrigado pelas clarificações.<br />
Abraço.</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Ricardo Silvestrin</title>
		<link>http://languagebar.blogsome.com/2007/01/14/chomsky-ziraldo-e-a-aquisio-da-linguagem/#comment-135</link>
		<pubDate>Sun, 21 Jan 2007 22:06:49 +0000</pubDate>
		<guid>http://languagebar.blogsome.com/2007/01/14/chomsky-ziraldo-e-a-aquisio-da-linguagem/#comment-135</guid>
					<description>ponto - trocar por pontos</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>ponto - trocar por pontos</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Ricardo Silvestrin</title>
		<link>http://languagebar.blogsome.com/2007/01/14/chomsky-ziraldo-e-a-aquisio-da-linguagem/#comment-134</link>
		<pubDate>Sun, 21 Jan 2007 22:03:21 +0000</pubDate>
		<guid>http://languagebar.blogsome.com/2007/01/14/chomsky-ziraldo-e-a-aquisio-da-linguagem/#comment-134</guid>
					<description>Errata:

sejam - trocar por seja
tem - trocar por têm
aparecerão - trocar por aparecerá

Abraço.
Ricardo Silvestrin
</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Errata:</p>
	<p>sejam - trocar por seja<br />
tem - trocar por têm<br />
aparecerão - trocar por aparecerá</p>
	<p>Abraço.<br />
Ricardo Silvestrin</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Ricardo Silvestrin</title>
		<link>http://languagebar.blogsome.com/2007/01/14/chomsky-ziraldo-e-a-aquisio-da-linguagem/#comment-133</link>
		<pubDate>Sun, 21 Jan 2007 21:50:52 +0000</pubDate>
		<guid>http://languagebar.blogsome.com/2007/01/14/chomsky-ziraldo-e-a-aquisio-da-linguagem/#comment-133</guid>
					<description>Oi, Emanuel. Primeiro, obrigado pela leitura e pelo comentário. Sobre esta sua passagem &quot;A que não me parece ser muito boa é a idéia de que o ensino gramatical explícito é desnecessário. Ao menos porque, ao contrário do que o colunista parece sugerir, a língua a ser aprendida na escola não é exatamente a mesma que os alunos trazem de casa. Um dos objetivos do ensino de língua portuguesa é possibilitar aos estudantes o domínio da variedade padrão do idioma, de um padrão formal escrito, que não é o utilizado pelos alunos em sua comunicação diária. Se essa norma é mesmo importante para a sociedade é uma outra discussão.&quot; quero esclarecer o seguinte. Não afirmei que não se deve ensinar conhecimento gramatical. O que penso, e nem tudo o que penso cabe nas 30 linhas da coluna, é que se deve ensinar o que os alunos não sabem. Explico: a partir do que os alunos mostram, sejam falando ou escrevendo, vai se perceber o que eles ainda não dominam em termos gramaticais - em relação tanto ao padrão culto quanto à própria estrutura da língua. A partir desse diagnóstico é que se vai ensinar o que falta. Não defendo, como entendeste, que os alunos estão prontos e devem ficar no padrão que tem. Quando falei que devem passar do oral para o escrito, nessa passagem aparecerão tudo o que precisam saber, que virá tanto pela leitura, pelo desafio de escrever e pela interferência inteligente do professor que vai buscar nos seus conhecimentos gramaticais que pontos deve ensinar para os alunos. Isso é diferente de submeter um aluno em todo o seu período de formação de padrão escrito e oral ao ensino de gramática teórica. Penso que, quando ele estiver com um domínio seguro e com uma idade mais para os 14, 15, pode-se então apresentar mesmo a teoria sobre a língua, a gramática, como um dos conhecimentos humando disponíveis na cultura. Antes disso, os ponto de gramática ensinados devem se centrar na solução dos problemas apresentados pelo seu desempenho oral e escrito - para completar suas lacunas em relação ao padrão culto. O que penso é um pouco diferente do que pensa o Ziraldo. Aprendi um pouco mais contigo quando colocaste que a interferência adulta não vai fazer eco na criança.
Grande abraço.
Ricardo Silvestrin
</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Oi, Emanuel. Primeiro, obrigado pela leitura e pelo comentário. Sobre esta sua passagem &#8220;A que não me parece ser muito boa é a idéia de que o ensino gramatical explícito é desnecessário. Ao menos porque, ao contrário do que o colunista parece sugerir, a língua a ser aprendida na escola não é exatamente a mesma que os alunos trazem de casa. Um dos objetivos do ensino de língua portuguesa é possibilitar aos estudantes o domínio da variedade padrão do idioma, de um padrão formal escrito, que não é o utilizado pelos alunos em sua comunicação diária. Se essa norma é mesmo importante para a sociedade é uma outra discussão.&#8221; quero esclarecer o seguinte. Não afirmei que não se deve ensinar conhecimento gramatical. O que penso, e nem tudo o que penso cabe nas 30 linhas da coluna, é que se deve ensinar o que os alunos não sabem. Explico: a partir do que os alunos mostram, sejam falando ou escrevendo, vai se perceber o que eles ainda não dominam em termos gramaticais - em relação tanto ao padrão culto quanto à própria estrutura da língua. A partir desse diagnóstico é que se vai ensinar o que falta. Não defendo, como entendeste, que os alunos estão prontos e devem ficar no padrão que tem. Quando falei que devem passar do oral para o escrito, nessa passagem aparecerão tudo o que precisam saber, que virá tanto pela leitura, pelo desafio de escrever e pela interferência inteligente do professor que vai buscar nos seus conhecimentos gramaticais que pontos deve ensinar para os alunos. Isso é diferente de submeter um aluno em todo o seu período de formação de padrão escrito e oral ao ensino de gramática teórica. Penso que, quando ele estiver com um domínio seguro e com uma idade mais para os 14, 15, pode-se então apresentar mesmo a teoria sobre a língua, a gramática, como um dos conhecimentos humando disponíveis na cultura. Antes disso, os ponto de gramática ensinados devem se centrar na solução dos problemas apresentados pelo seu desempenho oral e escrito - para completar suas lacunas em relação ao padrão culto. O que penso é um pouco diferente do que pensa o Ziraldo. Aprendi um pouco mais contigo quando colocaste que a interferência adulta não vai fazer eco na criança.<br />
Grande abraço.<br />
Ricardo Silvestrin</p>
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