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	<title>Comments on: Qual é a língua do pensamento?</title>
	<link>http://languagebar.blogsome.com/2006/07/27/qual-e-a-lingua-do-pensamento/</link>
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	<pubDate>Sun, 11 May 2008 16:27:40 +0000</pubDate>
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		<title>by: PRISCILA MELLO</title>
		<link>http://languagebar.blogsome.com/2006/07/27/qual-e-a-lingua-do-pensamento/#comment-167</link>
		<pubDate>Sun, 20 May 2007 14:46:13 +0100</pubDate>
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					<description>SE LEVARMOS EN CONSIDERAÇÃO A PERSPECTIVA DE Chomsky  NO QUE SE REFERE A GRAMÁTICA UNIVERSAL/ LINGUA UNIVERSAL PODERIAMOS SUSPEITAR QUE O mentalês SERIA A LINGUA UNIVERSAL</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>SE LEVARMOS EN CONSIDERAÇÃO A PERSPECTIVA DE Chomsky  NO QUE SE REFERE A GRAMÁTICA UNIVERSAL/ LINGUA UNIVERSAL PODERIAMOS SUSPEITAR QUE O mentalês SERIA A LINGUA <span class="hilite">UNIVERSAL</span></p>
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		<title>by: xavier</title>
		<link>http://languagebar.blogsome.com/2006/07/27/qual-e-a-lingua-do-pensamento/#comment-165</link>
		<pubDate>Thu, 10 May 2007 10:23:31 +0100</pubDate>
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					<description>Se a linguagem esta diretamente ligada ao pensamento.. Será que um surdo_mudo,hipoteticamente,se encontrar num sitio desertíco e sem qualquer contacto com civilização tem pensamento?</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Se a <span class="hilite">linguagem</span> esta diretamente ligada ao pensamento.. Será que um surdo_mudo,hipoteticamente,se encontrar num sitio desertíco e sem qualquer contacto com civilização tem pensamento?</p>
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		<title>by: Paulo Henrique Pappen</title>
		<link>http://languagebar.blogsome.com/2006/07/27/qual-e-a-lingua-do-pensamento/#comment-86</link>
		<pubDate>Wed, 02 Aug 2006 00:28:17 +0100</pubDate>
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					<description>Encontrei dois trechos do Chomsky que parecem ter uma relação com esse papo. Estão em &quot;&lt;a href=&quot;http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=1201853&amp;sid=0020382808729676565952167&amp;k5=2CDA0774&amp;uid=&quot;&gt;Novos horizontes no estudo da linguagem e da mente&lt;/a&gt;&quot;. Ei-los: 
&quot;&lt;strong&gt;A criança coloca as palavras que são ouvidas em um nexo que é permitido pelos princípios da gramática universal, a qual provê a estrutura para o pensamento e para a linguagem, e que são comuns às linguagens humanas como sistemas que entram em vários aspectos da vida humana&lt;/strong&gt;&quot; (p. 125).
&quot;&lt;strong&gt;A estrutura a priori do pensamento humano, na qual a linguagem é adquirida, fornece conexões necessárias entre conceitos, refletidas em conexões de significados entre palavras e, mais amplamente, entre expressões envolvendo essas palavras&lt;/strong&gt;&quot; (p. 125).

</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Encontrei dois trechos do Chomsky que parecem ter uma relação com esse papo. Estão em &#8220;<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=1201853&amp;sid=0020382808729676565952167&amp;k5=2CDA0774&amp;uid=">Novos horizontes no estudo da <span class="hilite">linguagem</span> e da mente</a>&#8220;. Ei-los:<br />
&#8220;<strong>A criança coloca as palavras que são ouvidas em um nexo que é permitido pelos princípios da gramática <span class="hilite">universal</span>, a qual provê a estrutura para o pensamento e para a <span class="hilite">linguagem</span>, e que são comuns às linguagens humanas como sistemas que entram em vários aspectos da vida humana</strong>&#8221; (p. 125).<br />
&#8220;<strong>A estrutura a priori do pensamento humano, na qual a <span class="hilite">linguagem</span> é adquirida, fornece conexões necessárias entre conceitos, refletidas em conexões de significados entre palavras e, mais amplamente, entre expressões envolvendo essas palavras</strong>&#8221; (p. 125).</p>
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	<item>
		<title>by: Roberto Marques</title>
		<link>http://languagebar.blogsome.com/2006/07/27/qual-e-a-lingua-do-pensamento/#comment-85</link>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2006 17:06:43 +0100</pubDate>
		<guid>http://languagebar.blogsome.com/2006/07/27/qual-e-a-lingua-do-pensamento/#comment-85</guid>
					<description>Parabéns pelo texto. É um tema muito interessante, pois o senso-comum tem a visão de pensamento e linguagem como uma mesma coisa. Parabéns aliás por este texto e pelo outro &quot;POP&quot; que tratam de assuntos inevitávelmente interessantes na área e que como tu disseste no texto anterior tocam no que o senso comum acredita sem intocável. Sou aluno de Letras da Puc e este blog é bem interessante para quem está a fim de ler algo &quot;desinteressado&quot; e não acadêmico sobre lingüística. </description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Parabéns pelo texto. É um tema muito interessante, pois o senso-comum tem a visão de pensamento e <span class="hilite">linguagem</span> como uma mesma coisa. Parabéns aliás por este texto e pelo outro &#8220;POP&#8221; que tratam de assuntos inevitávelmente interessantes na área e que como tu disseste no texto anterior tocam no que o senso comum acredita sem intocável. Sou aluno de Letras da Puc e este blog é bem interessante para quem está a fim de ler algo &#8220;desinteressado&#8221; e não acadêmico sobre lingüística. </p>
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	<item>
		<title>by: Emanuel Quadros</title>
		<link>http://languagebar.blogsome.com/2006/07/27/qual-e-a-lingua-do-pensamento/#comment-74</link>
		<pubDate>Fri, 28 Jul 2006 18:04:08 +0100</pubDate>
		<guid>http://languagebar.blogsome.com/2006/07/27/qual-e-a-lingua-do-pensamento/#comment-74</guid>
					<description>Poderíamos pensar que a linguagem determina a estrutura do pensamento em outros termos, sem ligar isso ao relativismo lingüístico da hipótese Sapir-Whorf. Daria pra pensar a faculdade da linguagem num sentido mais chomskiano, como algo que está na base das línguas do mundo, determinando a estrutura delas; algo que faz parte da mente humana, desde o nascimento, no sentido especializado de Gramática Universal.  Essa parte da linguagem que é comum a todas as línguas do mundo e que tem a ver com a estrutura da mente humana poderia servir de base para o pensamento. Aí, então, não importa que a língua Wintu realize morfologicamente alguma categoria gramatical que o Português não realiza. Essa categoria será percebida cognitivamente tanto por brasileiros, como por wintus, porque ela está presente e acessível de alguma maneira na Gramática Universal, na estrutura que serve de base para as línguas do mundo. E, assim, o pensamento dos bebês também não estaria descartado, já que eles nascem com essa Gramática Universal e têm, portanto, acesso a essas categorias.
...
Mas isso não quer dizer que eu acredite nessas coisas. Pode ser o contrário; pode ser que estruturas mais abstratas da mente, responsáveis pelo pensamento, sejam o que determina a linguagem. Enfim, o que determina o que aí (se determina), é algo que ainda está bem distante do que se alcança hoje em termos de investigação empírica. As evidências mais diretas que temos vêm de introspecção; o que, neste caso, pode ser bem &lt;i&gt;misleading&lt;/i&gt;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Poderíamos pensar que a linguagem determina a estrutura do pensamento em outros termos, sem ligar isso ao relativismo lingüístico da hipótese Sapir-Whorf. Daria pra pensar a faculdade da linguagem num sentido mais chomskiano, como algo que está na base das línguas do mundo, determinando a estrutura delas; algo que faz parte da mente humana, desde o nascimento, no <span class="hilite">sentido</span> especializado de Gramática Universal.  Essa parte da linguagem que é comum a todas as línguas do mundo e que tem a ver com a estrutura da mente humana poderia servir de base para o pensamento. Aí, então, não importa que a língua Wintu realize morfologicamente alguma categoria gramatical que o Português não realiza. Essa categoria será percebida cognitivamente tanto por brasileiros, como por wintus, porque ela está presente e acessível de alguma maneira na Gramática Universal, na estrutura que serve de base para as línguas do mundo. E, assim, o pensamento dos bebês também não estaria descartado, já que eles nascem com essa Gramática <span class="hilite">Universal</span> e têm, portanto, acesso a essas categorias.<br />
&#8230;<br />
Mas isso não quer dizer que eu acredite nessas coisas. Pode ser o contrário; pode ser que estruturas mais abstratas da mente, responsáveis pelo pensamento, sejam o que determina a <span class="hilite">linguagem</span>. Enfim, o que determina o que aí (se determina), é algo que ainda está bem distante do que se alcança hoje em termos de investigação empírica. As evidências mais diretas que temos vêm de introspecção; o que, neste caso, pode ser bem <i>misleading</i>.</p>
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